Microsoft e Sony declararam formalmente que não possuem obrigação legal de repassar aos consumidores eventuais reembolsos referentes a tarifas de importação cobradas nos Estados Unidos (EUA). A posição das gigantes do setor de games surge em meio a disputas jurídicas sobre custos adicionais aplicados a produtos eletrônicos e consoles importados para o mercado norte-americano.
Empresas do segmento defendem que os valores das taxas foram absorvidos em suas operações e que o preço final ao cliente não foi alterado de forma a justificar uma restituição direta. Segundo o posicionamento oficial enviado aos tribunais, o modelo de precificação adotado nos EUA já considerava diversos fatores econômicos, tornando inviável a aplicação de descontos ou devoluções retroativas.
Consumidores e associações de defesa do direito do consumidor seguem acompanhando o desfecho desses processos. O impacto financeiro dessa decisão pode ser significativo para o setor de tecnologia no país, influenciando como futuras variações de impostos de importação serão repassadas ou não para quem adquire equipamentos como o PlayStation ou o ecossistema Xbox.


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