Mudanças significativas foram implementadas pela Apple em sua política de comissões na App Store para o mercado da União Europeia. A empresa busca adaptar-se às novas legislações locais, porém, mantém a cobrança de taxas sobre pagamentos processados fora de seu ecossistema oficial, gerando críticas de desenvolvedores e órgãos reguladores.
Estratégias atuais da companhia incluem a introdução da “Taxa de Tecnologia Central”, um custo aplicado a aplicativos que atingem um alto número de instalações anuais. Mesmo com as novas opções de processamento externo, a gigante de tecnologia sediada em Cupertino, na Califórnia (EUA), tenta assegurar que parte da receita gerada por transações externas continue fluindo para seus cofres.
Críticos argumentam que essa prática ignora o espírito da Lei de Mercados Digitais (DMA), que visa justamente eliminar barreiras para pagamentos alternativos. Resta saber se as autoridades europeias, situadas em Bruxelas, na Bélgica, aceitarão essas manobras da empresa ou se exigirão ajustes mais profundos no modelo de negócio adotado na região.


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