Desde 2018, a Organização Mundial da Saúde (OMS), com sede em Genebra, na Suíça, reconhece oficialmente o transtorno do jogo eletrônico. No Brasil, essa condição preocupa especialistas, pois afeta uma parcela crescente de crianças e adolescentes. O diagnóstico é definido pelo padrão de comportamento persistente, onde o entretenimento digital passa a ter prioridade sobre outras atividades da vida cotidiana.
Dificuldades no controle da frequência, intensidade e duração das partidas marcam esse distúrbio. Jogadores que sofrem com o problema continuam priorizando o ambiente virtual mesmo diante de consequências negativas graves, como queda no rendimento escolar, isolamento social e prejuízos na saúde física e mental. O impacto é severo, comprometendo âmbitos pessoais, familiares e profissionais.
Busque ajuda profissional caso identifique esses sinais em seu círculo social. Profissionais de saúde em todo o território brasileiro estão se capacitando para tratar o vício tecnológico. O equilíbrio no uso das telas é fundamental, e a orientação psicológica atua como ferramenta essencial para recuperar a qualidade de vida e o bem-estar dos jovens afetados pela dependência digital.


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